Ah, Coquinho querido. Que dor a sua. Sei tão bem o que é perder o bem querer no de repente do dia. Foi assim que perdi o grande amor da minha vida. A sua Mafalda me comoveu por demais. Mesmo sem ter terminado de ler esta news já disse para os meus botões, "essa Mafalda é demais, já é das minhas, ler Safo não é para poucos" (eu sei porque estou lendo agora). E aí Mafalda se vai. Eu gritaria Merda até me acabar também. Ainda bem que Mafalda nos deixou você, com suas palavras, suas poesias, seus pensares e seus contares. Abraço carinhoso.
Tem gente que chega na nossa vida, Van, pra nos dar sentido e direção. Mafalda e eu crescemos juntos, duas crianças bobocas apaixonadas pela leitura. Nós dois, mais 9 nove meninas e dois meninos vizinhos da Clarice, criamos informalmente, só hoje tenho consciência disso, um clube de leitura e de produção de textos. A gente copiava os autores e autoras consagrados trocando as palavras "sisudas" pelas palavras do dia a dia. Depois a gente trocava essas mudanças entre nós. E ao final, Mafalda e eu, fazíamos o "nosso texto". Dessas brincadeiras do "inventar no informal da fala" eu peguei gosto pela poesia, a grande paixão da Mafalda. E foi dessa turminha que nasceu o "doze em um..." a "publicação" de nossos textos autorais atirados do alto do Edifício São João. Coisa da juventude. Enfim... muito obrigado pela leitura, Van.
Ah, Coquinho querido. Que dor a sua. Sei tão bem o que é perder o bem querer no de repente do dia. Foi assim que perdi o grande amor da minha vida. A sua Mafalda me comoveu por demais. Mesmo sem ter terminado de ler esta news já disse para os meus botões, "essa Mafalda é demais, já é das minhas, ler Safo não é para poucos" (eu sei porque estou lendo agora). E aí Mafalda se vai. Eu gritaria Merda até me acabar também. Ainda bem que Mafalda nos deixou você, com suas palavras, suas poesias, seus pensares e seus contares. Abraço carinhoso.
Muito comovente... Obrigada... Quanto as perdas ...elas são devastadoras na vida da gente... Por outro lado, nos ensina e nos faz fortes.
Tem gente que chega na nossa vida, Van, pra nos dar sentido e direção. Mafalda e eu crescemos juntos, duas crianças bobocas apaixonadas pela leitura. Nós dois, mais 9 nove meninas e dois meninos vizinhos da Clarice, criamos informalmente, só hoje tenho consciência disso, um clube de leitura e de produção de textos. A gente copiava os autores e autoras consagrados trocando as palavras "sisudas" pelas palavras do dia a dia. Depois a gente trocava essas mudanças entre nós. E ao final, Mafalda e eu, fazíamos o "nosso texto". Dessas brincadeiras do "inventar no informal da fala" eu peguei gosto pela poesia, a grande paixão da Mafalda. E foi dessa turminha que nasceu o "doze em um..." a "publicação" de nossos textos autorais atirados do alto do Edifício São João. Coisa da juventude. Enfim... muito obrigado pela leitura, Van.